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Discovery Cove- Uma pausa revigorante

Guardei para o último posto sobre Orlando, o que para mim foi o melhor momento da viagem . Desde criancinha eu tinha o sonho de ter um golfinho. Queria o meu Flipper, para nadar, brincar e viver mil aventuras. Como não sou bióloga marinha nem treinadora de mamíferos marinhos, tive de esperar pela realização deste sonho durante anos. Por isso, desta vez decidi que iria fazer a interação com golfinhos do Discovery Cove mesmo estando em Orlando no inverno.  Foi sensacional!

O maior receio era de estar muito frio ou chovendo no dia marcado. Por isso, lá vai a primeira dica. O parque te dá a chance de remarcar o passeio por questões climáticas, por isso marque sua ida em uma dia no meio da viagem para que você tenha outra opção de data caso chova muito.

Compramos os ingressos que dão direito a outros parques do Grupo ( Sea World, Aquatica e Bush Gardens). Tinha planejado chegar cedo no parque, fazer a interação com os golfinhos, almoçar e partir para o Sea World ou Aquatica para aproveitar o resto do dia.  Não foi o que aconteceu! O parque é tão maravilhoso e relaxante, que passamos o dia inteiro nele e saímos no último minuto.

O sistema é all-inclusive. Pelo preço do ingresso, você terá direito a café da manhã, almoço, lanches e bebidas o dia inteiro ( inclusive alcoólicas), aluguel de roupa de mergulho, snorkel, armários para guardar pertences, etc. Você só vai gastar dinheiro com lembrancinhas , fotos e vídeo do momento que estiver com os golfinhos. Chegue cedo, não só para aproveitar as delícias do parque como também para marcar sua interação com os golfinhos no horário que for mais conveniente.

Ao chegar, os convidados fazem um check-in como se estivessem chegando a um hotel, onde você ganhará credenciais com foto, mapa do parque e instruções gerais sobre sua estadia. Tivemos muita sorte. O dia de inverno estava ensolarado e com temperatura super agradável, mesmo assim todos usamos roupas de neoprene para garantir mais conforto durante os mergulhos.

A organização do parque é impecável, após toamr o seu café da manhã em um Buffet, você é direcionado  para os vestiários, onde são emprestadas toalhas, roupas de mergulho, mascaras e snorkel. Tudo sem estresse, sem filas. O parque tem um número limitado de visitantes por dia para garantir este conforto. Pessoas com necessidades especiais são bem vindas, pois eles oferecem cadeiras de rodas especiais para praia. É preciso apenas avisar no momento da reserva.

Seguimos para a Stingray Lagoon  e o Tropical Reef(lagoa das arraias e barreira de Corais tropicais ) para um mergulho de snorkel. A lagoa é repleta ( repleta !!!!) de peixes tropicais e arraias de varias espécies. Incrível. Mesmo aqueles que estão acostumados com o mergulho ficam fascinados com a diversidade e quantidade de peixes. As arraias são um capítulo a parte, pois são de todos tamanhos e super dóceis. Não há como resistir a um carinho. Todas com o ferrão retirado para não haver problemas. As crianças de todas as idades podem participar. Não há perigo algum. Acredite! Se jogue na água sem medo!

Não se surpreenda se ao final desta lagoa você der de cara com um tubarão ou uma barracuda. Eles estão em outro tanque, separados por um grosso vidro, mas a sensação é que eles estão nadando bem ao seu lado.

Enfim, para os que amam vida marinha, esta é uma oportunidade de estar ao lado de muitos peixes e arraias sem esforço algum. Uma aula de biologia marinha para toda família. Esqueci de falar que no local onde as roupas de mergulho são entregues, eles também emprestam filtro solar e tábuas de peixes. Um pequeno cartaz impermeável que você pode levar para o mergulho para identificar as espécies que encontrar. Relax total! Repetimos o mergulho algumas vezes, entre uma descansada na praia, um drink ou um sorvete.

Você acha que já entendeu por que passamos o dia inteiro por lá? Calma! Ainda tem mais. O parque conta ainda com um rio de água doce levemente aquecida que leva o visitante ao um passeio por dentro de um viveiro tropical de aves. No caminho, cachoeiras, cavernas, lagoas e uma leve correnteza, que te levará pelo leito do rio sem esforço. Aqui é fácil aplicar a máxima das crianças e repetir o passeio de novo..de novo…de novo. Perdi a conta.

Entre um mergulho e outro, chegou a hora da atração mais esperada: a interação com os golfinhos. Somos levados para um quiosque, onde uma treinadora/bióloga passa instruções gerias e informações sobre os mamíferos. Somos então levados em grupo de 7 pessoas para a lagoa, onde acontecerá o grande encontro. Saiba que somente crianças a partir de 8 anos podem participar da interação. Um fotógrafo e um câmera registram tudo. Você terá de pagar a parte por este registro, mas ao final você levará uma bela lembrança com fotos também tiradas por outros profissionais que ficam espalhados pelo parque.

Só de estar em pé nesta lagoa onde os golfinhos estão já nadando já me emociona. Queria tanto este momento que entrei em uma espécie de frenesi. Confesso! Mas, foi tudo que eu imaginava. A interação dura uns 40 min. Recebemos explicações sobre os animais, hábitos alimentares, anatomia, etc. temos a oportunidade de acariciarmos seu dorso, calda, damos beijinho  e participarmos de um show particular, onde eles fazem acrobacias respondendo aos nosso comando que acabamos de aprender. As crianças adoram. O ponto alto é quando somos convidados para nadar com um golfinho. Acredito que este nado durou uns poucos 30s. Fica um gostinho de quero mais. Neste momento queria ficar indo de lá para cá ininterruptamente. Por que não foi possível?? Afinal eu , e toda a torcida do Flamengo, queremos a mesma coisa. Enfim, parece pouco, mas para mim foi mágico.

Foi um dia magnífico! Funcionou como um  pausa refrescante e relax para a correria dos outros parques. O Discovery Cove é um verdadeiro Oasis, e proporciona para toda a família um dia perfeito, daqueles que você lembrará para o resto da vida. Para mim, este foi o grande momento da viagem.

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Feliz Ano Novo!!!!

O final de ano passou como um furacão. Entre trabalho, apresentações de ballet, escola e compromissos familiares não consegui desejar Feliz Natal para os amigos nem escrever no blog. Mea Culpa! Agora chegamos naquele momento das resoluções de ano novo e prometo que em 2012 vou ser mais fiel aos meus posts e tentarei não deixar o blog muito tempo sem novidades. Mas, aviso logo, estou saindo de férias em janeiro, portanto posts semanais somente em fevereiro. A boa notícia é que tenho muita coisa ainda para escrever de viagens e passeios passados ( Lisboa, Bruxelas, Alemanha, Orlando, Fortaleza, Salvador, Arredores do Rio de Janeiro, Tiradentes, etc…), além dos passeio que farei nestas férias. Só para vocês terem uma ideia, dentro do espírito do blog, eu e minha família estemos entrando no ano novo dentro de um avião. Depois que conto como é esta experiência “glamurosa” de estourar o ano na classe econômica. Aguardem!!

Neste momento, queria desejar para todos vocês um 2012 repleto de realizações , saúde e alegrias. Vamos todos colocar nas nossas resoluções muitas viagens e menos preguiças para fazer passeios diferentes nas cidades em que moramos! Vamos circular por aí.  

“Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil , mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. ”

Carlos Drummond de Andrade 

(*) Imagem do ano novo em Copacabana publicada pelo G1

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Praia de Pipa

A praia de Pipa está localizada a 85 km e Natal , no município de Tibal do Sul. A proximidade da capital faz com que muitos turistas façam um passeio de um dia ( bate e volta) para conhecer o balneário. O lugar é tão lindo e repleto de praias para todos os estilos, que eu recomendo passar alguns dias se hospedando nas pousadas charmosas encontradas por lá. Estivemos em Pipa em 2003, quando Clarice tinha 2 anos e meio, e ficamos três dias. Ficou um gostinho de quero mais, por isso espero poder voltar lá em breve.

A origem do nome  Pipa  tem duas versões. A primeira diz que o nome indígena significa “entre duas águas” (já que é cercado pela Lagoa de Guaraíras e o Oceano Atlântico). A segunda diz que o nome foi dado pelos portugueses, pois no local há uma enorme rocha em formato de barril. A praia começou a ficar mais famosa na década de 80 por ser um ótimo local para a prática de surf, mas existem também opções de praias tranquilas onde é possível fazer caminhadas, trilhas, passeio de bugue, caiaque, passeios a cavalo entre outras atividades. Este litoral é também frequentado por  golfinhos e tartarugas que podem ser facilmente encontrados nas praias e em mergulhos. Impressionante!  Passamos a tarde inteira na praia de do Madeiro na companhia de golfinhos que pescavam tainhas tranquilamente na arrebentação. Quem me conhece melhor, sabe que isso para mim é a definição do paraíso.

Nos hospedamos na ultra charmosa Toca da Coruja, pousada que faz parte da Associação Roteiros de Charme, que naquela época aceitava crianças. Hoje a pousada hospeda apenas jovens acima de 12 anos. Além e belíssimas instalações, o grande charme da pousada é o café da manhã,  servido em um local aberto, onde, além de estar em contato direto com a mata atlântica, você pode se deliciar com pães, broas e tapiocas  saídas diretamente do forno de lenha. O restaurante Oca da Toca é sofisticadíssimo e merece ser visitado  mesmo que você não esteja hospedado na pousada.

Da próxima vez que eu for, gostaria de me hospedar no hotel  Sombra e Água Fresca que fica no alto da falésia, e tem uma vista deslumbrante de 360 graus de paisagem desimpedida. Este hotel fica perto da  praia favorita dos golfinhos.

Além de relaxar nas praias próximas a Vila (praia do Amor, Curral, Madeiro, etc) vale muito a pena contratar um passeio para conhecer todo o contorno do litoral mais ao sul e ir até a fronteira com o estado da Paraíba. Fizemos este passeio de buque, o que foi uma grande aventura com uma criança de dois anos de meio.  Mas, a beleza das paisagens e a ajuda do motorista , que fez todas as paradas no nosso ritmo, fez com que o passeio tenha sido um dos mais maravilhosos que já fizemos.

O passeio começa no Chapadão, um caminho por cima das falésias que mais parece uma paisagem de outro planeta, com fendas e crateras na terra vermelha característica da região. O carro vai atravessando este caminho acidentado margeando o mar. A vista é deslumbrante! Em seguida faz-se uma parada na lagoa de Coca-cola. Não me lembro se ela tem outro nome, mas este apelido é devido à cor da água idêntica ao refrigerante. Seguimos em direção á Baia Formosa e Barra do Cunhaú, onde o rio encontra o mar e pode-se mergulhar nas águas salobras   e mornas. No caminho, passamos pelo coqueiro mais reto no Rio Grande do Norte. A foto diz tudo.

O passeio vai seguindo pelas praias até à divisa com a Paraíba, onde paramos no Ombak,  um misto de cachaçaria, restaurante e botequim, onde fica-se com o pé na areia  para degustar quitutes locais e  mais de 20 tipos de cachaça de todo Brasil envelhecidas em tonéis de madeira. O ideal é pedir uma seleção  de pastéis e empadas com  diversos tipos de recheios e pedir uma caipirinha. Isso é que é vida!

Além da natureza única e exuberante, a vila de Pipa tem vários atrativos gastronômicos e lojinhas charmosas. Vale dar uma passeada no final da tarde e início da noite. Escrevendo este post  cheguei a conclusão que está mais do que na hora de voltar lá.

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Um Giro pelas Dunas de Natal

O estado do Rio Grande do Norte tem muitas maravilhas, mas a capital Potiguar já reúne atrações que a fazem um passeio completo. Estive por lá duas vezes com a minha filhota.  A primeira vez ela tinha 2 anos e meio, depois voltamos no ano passado e passamos dois dias na cidade antes de seguirmos para Noronha.  Natal é única, por que, além das belíssimas praias, oferece aventuras deliciosas no complexo de Dunas de Genipabu, a oportunidade de conhecer o maior cajueiro do mundo e  a Barreira do Inferno, base da Força Aérea Brasileira para lançamentos de foguetes,  entre outras atrações.

Prato Principal – As Dunas

O Parque Turístico Ecológico Dunas de Genipabu  é um grande playground ao ar livre. Trata-se de um grande complexo de dunas, lagoas e uma APA ( área de proteção ambiental) , localizado no município de Extremoz,  a vinte quilômetros do centro de Natal. É um passeio para o dia inteiro. Já saímos do Rio com o bugueiro reservado (infelizmente não guardei o contato dele para passar para vocês!), mas é possível agendar o passeio por meio de operadoras credenciadas encontradas na internet ou indicadas pelos Hotéis.

Marcamos a saída do Hotel cedo, para aproveitar bem o dia. O Bugueiro pega você no hotel. A aventura começa no próprio veículo. As crianças adoram andar sentindo o vento no rosto e balançando a cada buraco do terreno irregular que enfrentamos no caminho. Os motoristas/guias credenciados são bastante conscientes e fazem o passeio de acordo com a preferência do turista. Com emoção, se vocês quiserem manobras radicais e chacoalhação,  e Sem emoção, se vocês preferirem mais tranqüilidade. Como minha filha e as primas já estão grandinhas, fomos com emoção, mas com algum comedimento. Quando estive lá na outra vez, fiz o passeio sem emoção, pois a Clarice era muito pequena, mas foi lindo e especial do mesmo jeito.

Colocamos nas crianças camisetas com proteção UV da UV line ( de cores claras para refletir  o sol  e evitar calor) e bonés bem apertados e presos no queixo ou no rabo de cavalo. Os óculos escuros são essenciais, não só pela luminosidade, mas também para evitar areia nos olhinhos. Mas, nada disso vai evitar várias reposições de filtro solar durante o dia inteiro. Leve bastante água e lanchinhos, mas saiba que no percurso você vai poder se abastecer sem problemas em bares e restaurantes espalhados pelo local.

A diversão se inicia na travessia  do rio Potengi , o Buggy é colocado em uma balsa, e barqueiros vão remando até o outro lado do rio onde começa o parque das Dunas.  Ambulantes começam a aparecer na fila para vender água e sacos enormes de castanha de caju ( doce e salgada). Compre, pois estas castanhas, além de deliciosas, foram saboreadas durante todo o passeio.

A paisagem é impactante. Dunas enormes, entremeadas por lagoas de águas azuis e doces. A primeira parada é em um local onde você pode passear de dromedários.  As crianças foram, é claro! Todas colocaram turbantes árabes e ficaram felizes em fazer um percurso de menos de 500m.  Na verdade é  uma experiência  surreal, dependendo do ângulo você pode se sentir no Saara ou acordar e ver que ao fundo você está nos trópicos em uma linda praia com águas azuis e coqueiros.

Seguimos então para a Lagoa de Pitangui. Procure uma mesa no Bar da Lagoa e aproveite para comer uns petiscos. A lagoa é rasa e se tiver sorte, você vai conseguir se sentar em uma mesa diretamente na água. Enquanto você se delicia com pasteis de siri e camarão, pequenos peixes ficam nadando entre os seus pés.  No local é possível alugar caiaques e experimentar uma tirolesa que te leva a cair dentro d’água.

Os moradores da região e os turistas que ficam mais tempo acabam passando o dia inteiro no local, que é  também acessível por uma estrada sem passar pelas dunas.  A lagoa é ideal para as crianças menores. Quando a Clarice era pequenininha, fiquei um tempão nesta lagoa, por ela se divertiu muito correndo atrás dos peixinhos. Enquanto isso, meu marido foi dar uma volta sozinho nas dunas com mais emoção.

Continuamos o passeio pelas Dunas fixas onde estão localizadas as lagoas de Genipabu e Jacumã.  Paramos em uma duna, para onde foi transferido o “skibunda” ( antes praticado em Jacumã) .  Uma delícia, você sobe até o alto da Duna em escorrega até um lago artificial sentado em uma tábua de madeira, como se fosse um tobogã natural. Perdi a conta de quantas vezes as crianças subiram e desceram.

A segunda etapa fica na lagoa de Jacumã. Lá praticamos o “aerobunda”, uma tirolesa enorme que te leva diretamente para o meio da lagoa. O mais divertido é voltar para o topo da duna em banco de praça de metal puxado em um trilho por um motor de fusca.  Criatividade dos guias locais! Todos da família se divertem, difícil é saber a hora de parar!

O passeio continua e é hora de fazermos uma parada para almoço. Ficamos no restaurante Naf Naf, situado em Jacumã, com um abundante rodízio de carnes, frutos do mar. Terminamos o passeio com mais uma volta nas dunas móveis, desta vez com um pouco mais de emoção. As gargalhadas  das meninas a cada curva acentuada e descida radical foram impagáveis.  O dia terminou e voltamos para o Hotel exaustos mas basicamente felizes.

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Fernando de Noronha – Passeios e Atrações


Noronha é considerada patrimônio natural do Brasil. Os visitantes do  arquipélago tem a possibilidade de observar e ficar muito perto de  golfinhos, tartarugas marinhas, peixes e aves marinhas, em meio à uma paissagem exuberante. É um passeio para quem ama o oceano e a natureza e se sente à vontade em interagir com a fauna local. Hoje, a infra-estrutura da ilha está muito mais desenvolvida – com hotéis, pousadas e restaurantes charmosos –  mas o grande luxo e atração desta viagem é o contato com a natureza.

Além disso, a visita é uma ótima oportunidade para despertar a consciência ambiental de adultos e crianças. A área de preservação ambiental tem normas rígidas, com o objetivo de preservar o frágil equilíbrio do ecossistema da ilha. Desta forma, desde os funcionários das pousadas, guias credenciados, fiscais do Ibama até os moradores da ilha são preparados para fornecer aos turistas explicações sobre a fauna e flora local e os cuidados a serem tomados para preservá-la. Você vai sentir parte de um documentário do Discovery Channel. Sem exageros!

Mas, é bom preparar as crianças para este contato íntimo com a natureza, para que elas não se assustem o tempo todo que um animal chegar perto. Oriente as crianças para observar mas sem tocar nos animais, por uma questão de segurança de ambos. Isto vale para as trilhas e também para os mergulhos. Uma moréia não vai fazer nada se ninguém resolver cutucá-la na sua toca.

Você já foi apresentado a uma Mabuia?  Trata-se de um é um réptil simpático, curioso e aparentemente sempre faminto, endêmico da ilha. Elas estão por toda a parte, em busca de comida, portanto mantenha suas bolsas e mochilas sempre fechadas para não ter surpresas. E o Teju? Este lagarto foi trazido para a ilha pelos militares e causou um grande desequilíbrio ecológico (hoje as aves só colocam ovos nas ilhas secundárias para evitar o réptil), provavelmente vocês vão avistá-lo em alguma trilha.

Palestras no Tamar – Para obter informações sobre a fauna e flora da ilha não deixe de assistir as palestras que acontecem no Centro de Visitantes do Projeto Tamar todos os dias  a partir das 20h. Lá as crianças poderão entender melhor não só sobre as tartarugas, mas também conhecer os detalhes sobre os golfinhos que freqüentam a ilha, a história da ilha, etc. O local é um ponto de encontro todas as noites e lá você também poderá agendar passeios com os guias credenciados que levam os turistas pelas trilhas que só podem ser feitas com acompanhantes.

Praia do Atalaia   – Quem não gostaria de mergulhar num aquário natural com menos de um metro de profundidade? A Praia do Atalaia é uma das principais atrações da ilha. O acesso á praia é controlado. Somente seis grupos de até 20 pessoas por dia podem visitar o local de acordo com o horário da maré. O agendamento é feito pelas operadoras de turismo ou com a ajuda da recepcionista da sua pousada. Marque este passeio logo que você chegar na ilha, para não ter a decepção de tentar muito em cima da hora e não conseguir vaga.

Dois fiscais organizam a descida dos grupos a partir do início da trilha, na Vila do Trinta. Todos os grupos são conduzidos por um guia – e cada um acompanha, no máximo, seis pessoas. O nosso guia, Chico Bala foi ótimo. Fotógrafo com equipamento subaquático profissional, ele tirou fotos ótimas do nosso grupo enquanto mergulhávamos.

No ponto de encontro da trilha tem um quiosque onde você pode alugar equipamento de mergulho e comprar câmeras subaquáticas descartáveis. Compre! Pois em poucos lugares você vai ter a oportunidade de fazer fotos tão incríveis debaixo d’água. Alugue coletes salva-vidas para as crianças. Mesmo que elas saibam nadar bem, eles são indicados para auxiliá-las na flutuação. Durante o mergulho, os fiscais orientam para que ninguém pise no chão para não danificar os corais.

São duas opções de passeios: a trilha curta tem 1.800 metros de caminhada (ida e volta). Indicada para crianças, a trilha é bem tranqüila. Na caminhada longa, percorrem-se 3.800 metros, de quatro a cinco horas, acrescentando ao trajeto da trilha curta paradas na Piscina da Pontinha e na Praia Caieira. O passeio é maravilhoso. Fiz sem a minha filha na outra vez que estive na ilha. È  indicado para crianças maiores e esportivas e, lembre-se de usar aqueles sapatos ou sandálias que falei no outro post, pois em muitos momentos vocês vão andar sobre pedras.

Chegando na praia do Atalaia, você vai mergulhar em uma piscina natural que na verdade funciona como um berçário para os peixes e espécies da região. São  três tipos de corais 27 espécies ornamentais de peixes, quatro de esponjas, quatro de moréias, e filhotes de tubarão-limão. Sim, filhotes de tubarões são comuns no local e não há problema algum. Mergulhe! Nunca houve acidentes no local. Apenas olhe, observe, fotografe e aponte, mas não toque em nada. Não só para não danificar os corais, mas também para garantir sua segurança. É mágico!

OBS: as fotos são todas do nosso passeio ! Inclusive a do Tubarão. Estes somos nós debaixo d’água.

Passeio de barco ( 90% de chance de avistar golfinhos!) – Nós viemos aqui para conversar ou para ver golfinhos? Desde criança que eu sonho com o meu Flipper, portanto quando vou a Noronha minha meta é clara!

Saiba desde já que a espécie  que freqüenta a ilha é o golfinho rotador. Espécie de hábitos noturnos, eles chegam às centenas todos os dias bem cedo para descansar na baía dos golfinhos ( ao lado da baia do Sancho), que também é utilizada para as mães cuidarem dos filhotes e para a reprodução. O fenômeno é raro, só acontece em outra baía semelhante no Havai, por isso o local é interditado para mergulho e vistas de barcos de turistas.

Os golfinhos que são vistos seguindo os barcos de turistas ao redor da ilha são machos que tem a função de desviar os barcos da entrada da baia. O serviço é feito direitinho e os turistas ficam encantados. Os barcos com os turistas saem do Porto Santo Antônio, e percorrem o  Mar de Dentro até a extremidade da ilha –  Ponta da Sapata. Na volta há uma parada na Baía do Sancho, quando vocês poderão praticar um pouco de snorkel. Durante mais ou menos três horas, você  vai ter uma visão privilegiada da ilha e passar por locais onde só é possível visualizar de barco, como o mapa do Brasil que é formado em uma fenda na rocha na ponta da sapata e a caverna que faz um barulho semelhante a um rugido de leão toda vez que o mar entra na fenda.

O ponto alto acontece quando os golfinhos passam a seguir o barco. As chances de isso acontecer são imensas. Não conheço ninguém que fez o passeio e não avistou golfinhos. Caso isso venha acontecer justamente com você, simplesmente repita o passeio, pois no outro dia eles vão aparecer. Embora a vontade seja de gritar, contenha-se. Se vocês conseguirem observar o espetáculo em silêncio maiores serão as chances deles ficarem por perto. Nos primórdios do turismo na ilha, era possível cair no mar para nadar entre eles, mas isto é terminantemente proibido hoje me dia. Quem for avistado mergulhando no mar é multado. Existem fiscais em diversos pontos da ilha com binóculos que se encarregarão de dar o flagrante. Uma dica: converse com o seu pediatra sobre remedios de enjoo que podem ser utilizados para passeios de barco.  Até mesmo os adultos menos acostumados podem precisar.


Museu dos Tubarões
– Perto do Porto você deve visitar  este museu, onde as crianças e adultos  podem aprender mais sobre os diferentes tipos de tubarão em painéis ilustrados e admirar várias mandíbulas e esqueletos que dão uma boa idéia do tamanho dos animais.  Não deixe de provar o bolinho de tubalhau, com gosto semelhante ao de bacalhau, feito com a carne do peixe salgada.  No jardim atrás do museu, esculturas divertidas que remetem ao trono de netuno, rabos de baleias e arcadas de tubarões rendem boas fotos.  Além disso, o local funciona como mirante para observar o famoso Buraco da Raquel, uma rocha com uma fenda onde, como conta a lenda, se escondia uma filha de um militar durante crises depressivas.

Na parte de trás do museu fica a Capelinha de São Pedro e as ruínas do Forte de Santo Antônio, ali, durante a maré baixa é possível avistar tubarões em uma enseada localizada atrás da capela. Vale a pena ir lá cedo para ver os animais, mesmo que  de longe.

Forte dos Remédios – Um bom local para se visitar a tarde. O forte está em ruínas, mas algumas torres e canhões estão preservados. Hoje em dia, este também é um lugar de observação para os biólogos do projeto do golfinho rotador, que geralmente estão disponíveis para dar informação aos visitantes sobre os golfinhos. A vista, como sempre é deslumbrante. Atenção! Alta concentração de mabuias.

Forte (Mirante) do Boldró – este é um ponto de encontro clássico para admirar o por do sol.  O local tem um bar com musica ao vivo, mesas e tendas para atender os visitantes.  A vista é aquela clássica de Noronha, com o morro do pico à direita e os dois irmãos à esquerda. Em determinadas épocas do ano, é possível ver o sol se por entre os dois morros. Mas a foto e visual que todo turista quer é o do sol se pondo diretamente no mar.  É possível, mas o mais comum é que na hora H apareça uma nuvem ou uma ligeira névoa e o sol se ponha atrás das nuvens. Os locais brincam dizendo que o fenômeno se chama Eclipse Nuvial.

Trilha dos Golfinhos – esta trilha não precisa de guia. O local é bem sinalizado e, ao longo do caminho, existem placas explicativas sobre a flora e a fauna da região. Ao final, no  mirante da Baía dos Golfinhos, você vai encontrar os biólogos do projeto do golfinho rotador, que podem dar explicações sobre o trabalho que eles desenvolvem na ilha. Eles também emprestam binóculos para observar os grupos chegando na área protegida. Mas, uma ressalva, os golfinhos entram na baia bem cedo, por volta das 5 da manhã. Se você chegar lá durante o dia você vai observá-los, mas bem de longe, pois o posto de observação é alto. A imagem pode ser bem abstrata para as crianças. Sinceramente, coloquei isso na balança e não levei a minha filha lá nesta vez.

Por outro lado, vale apena fazer a trilha na outra direção para avistar a  Baía do Sancho e a Baía dos Porcos do alto. É aquela foto clássica que todo mundo tem quando vai visitar a ilha. O visual é de tirar o fôlego e a trilha é bem tranquila para ir com crianças. Leve água, chapéu e aproveite. No final da trilha há as ruínas do Forte São João Batista construído em 1737, com uma gameleira ( árvore típica da ilha) que tem uma sombra incrível. Um bom local para um pequeno lanche, mas não esqueça de recolher todo o seu lixo.

Cavalgadas – Existe algumas opções para passeios a cavalo em Noronha. Se os seus filhos estão habituados  a cavalgar, esta pode ser uma maneira bem interessante de conhecer a ilha. Conheço dois passeios que são oferecidos: pelas praias (percorrendo as praias do mar de dentro – Boldró, Bode e Cacimba do Padre) e Capim- Açu ( esta é especial, mas bem difícil. O percurso pode ser também feito a pé, mas é indicado para quem está acostumado com trilhas longas, além de terrenos acidentado). Se você pretende fazer este tipo de passeio, lembre-se de colocar roupas adequadas na bagagem.  Informe-se na pousada sobre guias e preços.

Mergulho de snorkel com guia – Eu e minha família temos o hábito de mergulharcom snorkel e já tínhamos visitado a ilha outras vezes. Mas peguei esta dica com uma amiga que contratou um guia para levá-la aos melhores pontos de mergulho com snorkel. Pode ser uma boa opção para quem está praticando o esporte pela primeira vez. Ela indica o Emerson Nilson. Tel.:+55 81 9656-8142. O email dele é emerson3.2@hotmail.com.

Aquasub ou Planasub – esporte inventado na ilha, em 1997. Também conhecido como  “mergulho a reboque”,  é feito com o uso de máscara, snorkel e prancha de acrílico. O turista é rebocado por barco ou lancha sobre áreas de concentração de vida marinha e naufrágios. É muito legal. Eu fiz nas outras vezes que estive na ilha, mas confesso que fiquei insegura em fazer com a Clarice. Embora ela seja bastante esportiva, fiquei com medo de ela não ter força/firmeza suficiente nos braços para ser puxada por uma lancha.

Mergulho com cilindro (batismo)- existe muita controversia sobre qual é a idade recomendada para uma criança fazer mergulho com cilindro. Conversei com o pediatra da minha filha, que não fez nenhuma restrição ( ela estava com 9 anos). O problema é que minha filha teve uma sinusite duas semanas antes da viagem ( até levei antibiótico para a ilha). Assim, abrimos mão do mergulho com clindro, que ficará para uma próxima oportunidade.  Mas, já fiz o batismo lá em Noronha e foi sensacional.  No batismo, o instrutor vai ao seu lado o tempo todo e controla os equipamento. Você só tem que aproveitar a experiência. Fui com a operadora Noronha Divers . Na ocasião tinham duas familias no barco e as crianças mergulharam sem problemas. São grandes as chances de ver tubarões.

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O meu lugar na terra – Fernando de Noronha

Este é meu pedaço de paraíso. O melhor lugar para recarregar baterias e buscar felicidade. Foi paixão a primeira vista! Estive a primeira vez na ilha em 2002 e novamente em 2005. Clarice já era nascida, mas ficou de férias na casa da vovó. Sempre sonhei com o dia que ia mostrar cada cantinho desta ilha mágica para a minha filhota, por isso esperei ela crescer um pouco para garantir que ela poderia curtir o lugar de forma integral. Afinal, é um passeio onde o contato com a natureza é a maior diversão, o que implica em disposição para caminhadas, longos períodos de exposição ao sol, habilidades avançadas de natação, etc.

Arrumando a bagagem

A bagagem dos pequenos requer uma atenção especial. Além de roupas leves e roupas de banho, filtro solar, repelente e tudo mais que você levaria para uma viagem para a praia, recomendo atenção especial com alguns itens.  

Vale a pena investir em camisetas e chapéus com proteção UV para toda a família. Aqui no Brasil tem os produtos  UV Line que vendem pela internet e em alguns pontos de venda descritos no site.

Leve também camisetas de lycra daquelas que são usadas pelos surfistas para todos. Elas protegem as costas e ombros de queimaduras solares quando vocês estiverem praticando snorkeling ou mergulhando nas praias. Coloridas e estilosas, elas dificilmente não são aceitas pelas crianças, que querem ficar maneiras que nem os surfistas. Minha filha sempre implicou um pouco com a gola alta destas blusas. Eu corto e gola, que não compromete a funcionalidade, e sigo em frente.

O equipamento para mergulho (máscara, snorkel e pé de pato) também vale ser adquirido antes da viagem. Existe a possibilidade de alugá-lo na ilha, mas nem sempre tem equipamento para crianças. Acredite, vocês vão querer mergulhar. Em praticamente todas as praias existem pontos de mergulho, que podem ser explorados por adultos e crianças. Mesmo aqueles que não tem experiência conseguem ver muita coisa se ficarem apenas boiando em águas rasas com a máscara e snorkel. Você pode achar que não vale a pena adquirir um material que será usado apenas na viagem, mas pense que este pode ser um começo de uma nova forma de diversão em família.

Barraca de praia. Fiquei assustada quando meus cunhados nos encontraram no aeroporto com uma para despachar. O que parecia exagero foi uma mão na roda, pois as pousadas não tem barracas para emprestar para os hóspedes e as praias não oferecem muitas sombras. Usamos todos os dias.

Sandálias ou tênis apropriados para caminhadas e que possam molhar. Muitas vezes vocês vão ter que andar em cima de pedras e as havaianas e Crocs podem fazer as crianças escorregarem. As melhores são as sandálias papetes, pois elas dão firmeza para as caminhadas, tanto em trilhas de terra quanto de pedras. Existem também alguns tênis que são impermeáveis, mas são difíceis de serem encontrados para crianças ( geralmente no exterior) e tem a desvantagem que podem acumular areia no interior machucando os pés dos pequenos. 

Óculos escuros também para as crianças.  Muitas pessoas acham que os óculos escuros infantis são apenas adereços. Além de proteger os olhinhos dos raios UV, os óculos são bastante eficientes para evitar que grãos de areia e poeira entrem nos olhos das crianças quando há vento ou nos deslocamentos de Buggy.

Para finalizar, reserve um espaço na bagagem para lanches não perecíveis que as crianças gostam. É sempre bom ter barras de cereais, biscoitos, bananadas, bananas passas, entre outros para levar nos passeios. Além destas coisas serem caríssimas na ilha, as opções são limitadas e em poucas praias você terá um quiosque para comprá-los.

Como ir?

Os aviões para Fernando de Noronha partem de Natal ou Recife. Muitas pessoas aproveitam para fazer uma viagem conjugada. A idéia é boa, mas reserve ao menos 5 dias para Fernando de Noronha, para não ficar com gostinho de “Quero mais”. Ao reservar o bilhete, reserve os assentos no lado esquerdo do avião. Tanto na ida quanto na volta é deste lado que os passageiros têm uma vista panorâmica da ilha. Faz toda a diferença. Antes de ir, você pode pagar a Taxa de Preservação Ambiental (obrigatória) pela Internet no site oficial da ilha. Crianças até 4 anos precisam ser cadastradas no site, mas não pagam taxa. 

Quando ir

Embora o clima seja apropriado durante todo o ano, a  estação seca vai de setembro a março. O período de chuvas começa em abril e se estende até agosto, e se caracteriza por chuvas esporádicas, intercaladas por sol intenso. Durante os meses do verão, geralmente as praias do mar de dentro (as mais visitadas) estão com grandes ondas, tanto que a ilha abriga campeonatos de surf e até uma etapa do ASP.  É complicado mesmo para crianças surfistas, portanto a melhor época para os pequenos seria no período de abril até outubro.

Onde ficar?

Geralmente as opções de hospedagem na ilha são simples se comparadas com outros destinos turísticos. Poucas pousadas tem piscina ou outras opções de lazer, pois os hóspedes geralmente passam todo o tempo passeando pela ilha. Existem opções para todos os bolsos. Vou relacionar aquelas que considero que oferecem uma boa opção custo-benefício – que também funcionam bem para famílias com crianças- e também algumas que são sonhos de consumo para outras vezes que pretendo voltar para a ilha.  

Pousada do Vale – indicada por amigos que se hospedaram com crianças. Infelizmente quando fui não havia mais quartos disponíveis. É bom reservar com bastante antecedência. 

 

 

Pousada do Francês – Ficamos nesta pousada e foi bastante agradável. Os quartos são amplos, com varanda, e com um ótimo café da manhã. O serviço é bastante atencioso.

 

Pousada da Morena – O meu cunhado ficou nesta pousada com a família nesta mesma viagem. Como esta pousada está localizada em um terreno mais amplo (com deslumbrante visão para o Morro do Pico), geralmente ficávamos no final da tarde dando uma descansada na varanda do chalé deles, enquanto as crianças corriam pelo gramado. Achei esta pousada mais apropriada para ficar com crianças do que a do Francês.  E, a tarifa é mais barata!

EcoPousada Teju-açu –  esta está na minha lista de sonho de consumo. É uma das poucas pousadas de Noronha que você chega rapidamente na praia a pé. Veja o site e sonhe comigo.

Pousada do Zé Maria – Uma das pousadas mais antigas da ilha. Super badalada e lindíssima, até por que o seu dono é um grande anfitrião. Obviamente esta é um dos meus sonhos de consumo. Navegue pelo site e entenda por que. Mas, mesmo que você não se hospede lá, você deve ir pelo menos uma vez ao restaurante. Para ir com crianças é melhor ir  para uma almoço tardio nos serviço a la carte. Eles oferecem duas vezes por semana um jantar show ( é assim mesmo que eles chamam), quando o próprio Zé Maria recebe os convidados para degustar cerca de 90 pratos da culinária local e internacional. Boooommm!

Para finalizar este post, mais uma dica! Alugue um Buggy para ficar a sua disposição durante toda a estadia. Assim você terá muito mais liberdade para explorar a ilha e ficar quanto tempo quiser em cada praia. Existe uma linha de ônibus que percorre os principais pontos da ilha, que passa a cada 30 min. A espera pode ficar mais longa se você estiver no sol, ainda mais com crianças. Além disso, você ainda terá de andar mais um trecho para chegar aos locais. Você pode ainda usar taxi, mas no final vai acabar saindo quase o mesmo preço do que o aluguel. As crianças adoram andar de Buggy, o que já é uma diversão a parte. A ilha não tem mistérios e é bem sinalizada. Procure um mapa na internet antes de viajar e eu garanto que você não vai se perder. Só tome mais um cuidado! Evite roupas brancas. A poeira que levanta tem uma cor amarelada que entra na fibra da roupa, e não vai ter água sanitária nem Vanish que faça aquele branco voltar á vida. Acredite.

No próximo post falarei sobre os passeios e atrações turísticas da ilha.

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